segunda-feira, 6 de junho de 2016

A Semana e o Dia Mundial do Meio Ambiente


Na semana passada comemorou-se a Semana Mundial do Meio Ambiente que culminou com o Dia Mundial do Meio Ambiente ontem, dia 5 de junho. Como em todo ano, gostamos de fazer um registro da data já que nosso museu possui uma imensa área verde e está sempre conectado às questões ambientais e ecológicas. Neste ano, o compromisso com o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL é o tema, ou seja, todos os países, através de seus governantes, assinaram um protocolo junto à ONU, que se iniciou em princípios de 2016 e segue durante 15 anos, até 2030, que tem como base para as ações o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, substituindo o anterior, sobre os "Objetivos do Milênio", encerrado em fins de 2015.

Portanto, segundo estudiosos do assunto, o Brasil precisa atentar para a degradação ambiental em curso em todo o país e para a necessidade da eleboração de planos nacionais, estaduais e municipais de conservação do meio ambiente, o que é um imperativo se desejarmos deixar às gerações futuras um país "socialmente justo, economicamente forte e ambientalmente saudável", como diz o bordão da sustentabilidade.

O crescimento econômico NÃO É inimigo do equilíbrio ecológico,
mas precisamos saber os melhores caminhos para conciliá-los.

Precisamos de Políticas Públicas em todos os níveis - municipais, estaduais e federais - que sejam levadas a sério e a efeito para que nosso meio ambiente seja preservado. Mas ações da sociedade civil também são importantes: o empresariado, as igrejas, as entidades Não Governamentais (ONGs), Clubes de Serviços, movimentos sindicais, comunitários, estudantis, devem definir suas ações para que a SUSTENTABILIDADE seja a base do desenvolvimento nacional, estadual e local. Todos devemos estar engajados na construção de comunidades, municípios, cidades, estados, enfim, um país, e um mundo melhor.

O uso indevido de práticas e produtos sobre nosso meio ambiente pode nos afetar
rapidamente tornando a degradação ambiental um caminho sem volta.


Precisamos ter em mente que o desenvolvimento econômico só tem sentido se seus frutos forem distribuídos para toda a sociedade. A monocultura, a degradação ambiental, o desmatamento, o uso de agrotóxicos, a desertificação, as mudanças climáticas e muitas outras formas indevidas de uso do solo, das florestas, da água e de outros recursos naturais devem ser combatidos para que, no futuro quase imediato, nossos herdeiros possam ter um meio ambiente saudável e não apenas um passivo ambiental irrecuperável. É bom lembrar que, neste ano teremos eleições municipais em nosso país: seria muito bom se todos os candidatos voltassem sua atenção para pensar nos aspectos ambientais de suas regiões.

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